sábado, 31 de janeiro de 2026

A BASÓFIA E O ORGULHO

 

Introdução:

    Há tanto tempo na “arrecadação” digital, que decidi libertá-la das “teias de aranha” e da voracidade dos “peixinhos-de-prata” que possam destrui-la, procedendo à sua publicação.

(O autor)

 

 Devemos deixar a vaidade, aos que

não têm outra coisa para exibir.

(Honoré de Balzac)

 

A BASÓFIA E O ORGULHO

 

    O narcisismo, (basófia), é tido como uma fraqueza de espírito, empregue por muitos patêgos, que intelectualmente não “valem dez patacos furados”.

A vaidade em excesso, possui a faculdade de deformar ou mesmo destruir, a percepção da realidade. Naturalmente e sem reflectir, com toda a estupidez que lhes é própria, arrogam-se a ser graúdos em todas as particularidades do seu subdesenvolvimento intelectual. São aqueles tolos, que quando abrem a matraca, apesar de não vomitarem nada que se aproveite, fazem da ignorância o seu corcel de litígio. Teimosos e obstinados que nem bestas, persistem a afirmar a validade dos seus pareceres, como se eles assentassem em “verdades absolutas”, e não passam de uns pobres de espírito, - “abençoados sejam, porque deles é o reino dos Céus”! Assim está escrito.

Não digo que a ostentação, quando na medida certa, não seja um tempero necessário à vida, e que até possa servir de lenitivo para o sossêgo espiritual das pessoas; mas, como “tudo o que é demais é moléstia”, se esse predicado não fôr utilizado com ponderação, o seu exagero irá, de certo, fazer azedar os diálogos e escanzelar a postura desses “artistas manientos” que pululam aparvalhados, na comunidade em que vivemos.

Por analogia, a vaidade, gabarolice, prosápia, - ou lá como queiram chama-lhe -, em excesso, comporta-se como um bom vinho; é indispensável observar a sua tonalidade, limpidez, oxigenar, cheirar, e seguidamente, beber” com estrita moderação. Se estes procedimentos não forem tidos em conta, apenas sai verborreia sem nexo, decorrente da borracheira mental, que se apanha, e simplesmente serve para aborrecer, impacientar e dissolver os diálogos em grupo.

Pelas observações realizadas ao longo meu caminho de vida, cheguei à conclusão de que esses “pobres de espírito”, eivados por estrabismo opinativo, mesclam a vaidade se com a nobreza, pensando serem a mesma substância. Ora, isso não é assim; porque o sentimento de brio, incute-nos a vontade férrea e indomável para alcançarmos o nosso querer; isto é, conferirmos veracidade aos nossos objectivos. Já o mesmo não se passa com a vaidade, que, quando excessiva nos pode empurrar para o campo da arrogância e da insolência, que nos que nos vão limitar o acesso à capacidade de reconhecermos os nossos erros, e deste modo, ficarmos reduzidos na aprendizagem para podermos viver condignamente.

Enfim, somos lançados para o monturo da estupidez onde passamos a ser agrilhoados sem dó nem piedade, pelas críticas dos mais ajuizados.

Suponho que já chega de “paleio barato”, - entenda quem souber; mas, p’ra quem num é alienado, idiota ou imbecil, já basta de palavreado.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 07/08/2025

 

Nota:

Não uso o AO90.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

UM PRODÍGIO EM MEDICINA VASCULAR

 

A entendimento é a maior

virtude de uma alma nobre.

(António Figueiredo e Silva)

 

UM PRODÍGIO EM MEDICINA VASCULAR

ВУНДРІД У СУДИНОЇ МЕДИЦИНІ

EIN PRODIGIO IN DER GEFÄSSMEDIZINI7

ВУНДРІД У СУДИНОЇ МЕДИЦИНІ

A PRODIGIO IN VASCULAR MEDICINE

ВУНДЕР В ОБЛАСТИ СОСУДИСТОЙ МЕДИЦИНЫ

 

    Não quero dizer que não existam mais, contudo, é nesta virtude que a Natureza falha na sua Criação, transfigurando-a numa preciosidade.

Este Sr., grande na alma, no saber, na humildade e na sua dedicação ao ser humano, merece bem os termos, que no pequeno terreno deste colóquio vou semear, arando para a sua semeadura, este espaço de propagação que a internet me concede, para que todo o Mundo, ou grande parte dele, possa conhecer tão importante figura: o Sr. Dr. Luís Loureiro.

Por tudo o que tem feito por mim, (e que saiba, por outros afectados), é merecedor de todos as palavras de apreço que aqui vou redigir, e se mais não digo ou a qualidade das mesmas é precária, é porque a minha limitada erudição mais não permite. Porém, a vigorosa obstinação congénita que sempre me acompanhou, também se recusa a que a negatividade me domine.

Foi este digníssimo Sr. que, entre as diversas cirurgias vasculares que anteriormente realizou no meu quase falido, sistema vascular periférico, não há muito tempo, (15 de Dezembro, de 2025), me concedeu a visão, cuja “virtualidade” foi tão real, que jamais olvidarei, até que o meu fluxo sanguíneo deixe de circular para sempre.

Isto aconteceu na pretérita cirurgia, (espero mesmo que tenha sido a derradeira), que foi direccionada a uma descolmatagem arterial, à minha perna direita, (já tinham sido feitas três ao membro inferior esquerdo), para que eu me pudesse movimentar de cabeça erecta e desobrigado de qualquer claudicação.

A situação era de facto bastante perigosa! Se este distinto Sr. me não houvesse socorrido nas horas certas, hoje, nada mais me restariam do que dois côtos dos membros inferiores para eu me ir arrastando (?), até que o bilhete final surgisse com toda sua ilimitada implacabilidade.

Sob anestesia local, estendido sob a “cama fofa” do Bloco Operatório de Cirurgia Vascular, no Hospital de Santo António, - Porto -, através dos monitores com uma boa definição de imagem, pude assistir, apreensivo, porém, confiante, a todos os procedimentos para desobstrucção das artérias do meu membro inferior direito, colocação de stents, e, finalmente, a reverificação do funcionamento de todos os ramos vasculares que haviam sido intervencionados.

Nunca na minha vida me surgiu a oportunidade para observar uma intervenção cirúrgica com tanto rigor, e avaliar o que é a coordenação e a cinemática do trabalho em equipa, num bloco operatório.

Admirável! Fiquei espantado! Esta ficou a pertencer ao grupo de circunstâncias que não arredam pé do meu córtex cerebral.

O meu mais aberto reconhecimento ao Sr. Dr. Luís Loureiro e a todos os membros que o acompanharam nesse delicado trabalho.

Bem-haja!

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 31/01/2026

 

Obs:

Há momentos, vim a descobrir que: além de Médico de Angiologia e Cirurgia Vascular, no Hospital de Santo António - Porto, (em Portugal), este digníssimo Médico, ainda faz culto ao seu altruísmo, como Secretário da Assembleia Geral da SPACV (Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular).

Uma organização criada no ano 2000, sem fins lucrativos.

A todas essas nobres almas que compõem esse anel bem-fazer, consagro também, a minha gratidão e assombro.

Bem-haja!

 

Nota:

Não utilizo o AO90.

 

  

O DEBATE

 



  A corpulência agressiva da voz e a interrupção do diálogo,

não permutam a profundidade do conceito;

 porém, afastam o crédito àquele que segue por essas vias.

(António Figueiredo e Silva)


O DE(S)BA(S)TE

 

    Certa ou errada, é esta a minha apreciação, à qual não renunciarei.

A última conversação, (peleja) televisiva, entre os dois “peregrinos a Belém”, segundo a minha análise, não foi bem um debate; por causa de um deles, assemelhou-se mais um DESBASTE”, por um lado, com benefício para outro. 

Mas, entendo ser minha obrigação salientar, que, apesar de algumas verdades que exibe, não sou protector de André Ventura. Não confio nos seus prometimentos. Muito ele “cacareja”! Contudo, é como as galinhas; trilha sempre a mesma cantilena, e às tantas não tem “cloaca” para pôr os “ovos”, (sem gema), com os quais se propõe a presentear os portugueses! Fala, fala, gesticula e “ralha”, em demasia; atravessa-se nos diálogos, para cindir sequência da prosa ao seu antagonista. Considero isso um comportamento rasca, anti-cívico, e nada conveniente para um postulante uma presidência de república; não tem uma atitude com nobreza para esse cargo. Não, entendo que este não serve para ser o “messias” da comunidade portuguesa. A sua euforia, assenta mais no carácter propagandístico e na ânsia de poleiro, do que no cerne da confiança. É esta a minha convicção.

Já o primeiro, António José Seguro, conquanto que houvesse passado o seu cocuruto por baixo da concha da pia baptismal marxista, afigura-se-me ser mais sensato, menos farsante e mais comedido na sua dicção e na sua educação cívica; respeita ao seu antagonista o espaço de palratório, ouvindo-o com serenidade, e tem mostrado uma postura mais venerável, mais aristocrática e com maior sobriedade presencial, para o lugar a que se propõe; ser Presidente da República Portuguesa.

Considerando que esta, não é uma ocorrência legislativa, não me vou reprimir de tomar a minha decisão. Tem de ser.

Apesar de sentir-me, “entre a cruz e a espada”, reafirmo o que hei divulgado há uns dias atrás, nas entrelinhas de um artigo lavrado por mim no presente blog (ESCUTAI…)

 O meu sufrágio será para o cidadão, António José Seguro.

Contudo, isto não invalida que, “cada um fique com a sua e eu com a minha”!?

Respeitarei todas as opiniões.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 30/01/2026


Nota:

Não uso o AO90  

 

 

 

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

PALHAÇO



Neste Mundo circense, não há falta palhaços;

Existe sim, carência de mágicos.

(António Figueiredo e Silva)

 

PALHAÇO

 

Por mera casualidade, deparei com esta frase postada por alguém, no Facebook; a ver pela pluralidade de ofícios que conglutinam o quase infindável recheio da frase, lembrei-me de discorrer sobre um. O qual, apesar de parecer ridículo, é uma profissão que tem muito que se lhe diga; palhaço. Ser palhaço, não é fácil!? É natural até, que eu esteja aqui a fazer esse papel, porém o meu propósito é bem diferente; é colocar um “espelho” à frente de cada espectador, para que se reveja a si próprio, antes de sorrir perante as diversas “palhaçadas” que pela frente se lhe deparam.

Essa “divertida” figura, (palhaço), de todos muito conhecida, é seriamente valorizada por mim. Porque, esse artista, mesmo encurralado num “bosque de espinhos” em amargurada tristeza, é capaz de ter resistência para, “jovialmente” rir e galhofar, tendo como único objectivo, fazer rir o mundo, como permuta para a sua subsistência – muitas vezes comprimida inusitada melancolia.

A angústia de um palhaço, pode muito bem ser fruto do confronto entre a alegria ligeira e a dor que lhe massacra o íntimo. Simplificando; em situação de necessidade, trucida a si próprio, para satisfazer o prazer daqueles que no momento do “espectáculo”, o admiram e aplaudem.

Geralmente coberto por umas roupagens anedóticas, o rosto tingido por várias cores que lhe encobrem os desgostos e as lágrimas, – se no momento as tiver -, de onde sobressai um nariz abatatado, usualmente pintado com pigmento vermelho-vivo, a esboçar um “sorriso aberto” e fantasioso, que deleita multidões de adultos e crianças, em todo o Mundo!

Porém, se quedarmos para raciocinar, o Mundo em que vivemos é mesmo isso; é uma actuação circense, onde, com acentuada frequência, o carpir de uns, confere alegria a outros – suponho que aqui não há dúvidas. Existe uma troca entre a benevolência e o cinismo. Diferentes, sim; contudo, um não passeia sem o outro.

E é deste modo que muita gente lacrimeja ou sorri, para forçar a coesão na estabilidade global, enquanto o mundo, obstinado na sua obcecação natural, aos poucos vai descambando!

    Assim sendo, todos devíamos ser bem pagos, porque, ao longo do trajecto da nossa existência, degastamos o tempo fazer encenações do palhaço. Uns por falta de orientação cabeçal, outros motivados por infecção gananciosa, e ainda outros, os verdadeiros palhaços, por carência económica e de subsistência.

Analisando friamente esta questão da palhaçada, mesmo aqueles que têm tudo, sentem que não têm nada; daí resulta o sentimento de infelicidade, que eles procuram diluir numa expressão “contraída-jovial”.

Por conseguinte, não existem recursos económicos, para satisfazer o desejo alienado de toda esta turba de “palhaços”. No entanto, lamento que essa fantasia não possa ser concretizada, todavia, continuo na minha; o ofício que é mal pago e devia ser o mais bem remunerado, é a ocupação de PALHAÇO.

Cargo a que dedicamos a maior fatia da nossa vida.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 27/01/2026

 

Nota:

Não faço uso do AO90.

 


sábado, 24 de janeiro de 2026

ESCUTAI...



 

 

A esperteza sustenta-se do desconhecimento

existente nas pessoas pouco esclarecidas.

(António Figueiredo e Silva)

 

ESCUTAI…

(Aos portugueses)

 

Antes de prosseguir com a palestra, quero admitir que posso estar errado.

Se ainda por cá me encontrar, creiam que, sentir-me-ei contente houver errado. Não é a primeira vez, nem será a última, que, uma avaliação, tida como franca, e princípio, até aproximada da coerência, inusitadamente possa desviar-se da análise de quem a emitiu – do presente caso, eu; mas, também não será a primeira vez que um desvio, muitas vezes culminou num inesperado sucesso, para os objectivos pretendidos, que por incerteza, haviam sido postos em causa.

Portanto, vou continuar a caligrafar o que raciocino, relativamente ao magote de candidatos que se apresentaram como postulantes à Presidência da República Portuguesa.

Primeiro, quero esclarecer que, para um território tão limitado, seria dispensável uma “turma” tão grande; isto leva-me a entender que a vaidade, e o esfaimado desejo ao tacho, tiveram um grande influxo nas decisões de alguns. Isso deu como resultado a fragmentação do eleitorado, - entre si, já com muita divergência -, como a todos os portugueses é dado constatar.

Finalmente, após um renhido conflito campal, onde cada um, em função da sua habilidade, ia esgrimindo com garra, as artísticas composições dos seus discursos atulhados de promessas, em que davam tudo aos portugueses; desde aumento de salários, pensões, garantiam reorganização do ensino, “revolucionariam” o SNS, aumentariam o emprego, diminuiriam os impostos, forneceriam matéria prima para a construção de habitações para quem as não tem, com incentivos, (ainda não vi como), incrementavam a productividade na indústria, encolheriam a corrupção, - já muito enraizada -, fariam algumas transmutações na legislação da Constituição da República, etc. todos empolaram as vantagens e intumesceram o patriotismo, do qual, alguns não me convenceram. Porém, aqui, não vou apontar o dedo a ninguém. O certo é que a estratégia resultou. Para mim, com um desagradável desfecho. Remanesceram, dois. Cada qual, com os seus defeitos e virtudes, - como é natural. Mas o certo é, que os portugueses ficaram limitados, ou mesmo espremidos; como é hábito dizer-se, “entre a espada e a parêde”. Se “de um lado chove, do outro lado venta”.

Não me foi custoso chegar a esta conclusão.

Um, ainda na sua juvenilidade, foi lavado e abençoado com a “água-benta” e fantasiosa do marxismo, que “não interessa a ninguém”, pela pureza ilusória na asseveração, de que a igualdade se estende a todos. Pura miragem. No entanto, é natural que com o avançar da idade, esse aspirante ao cume presidencial, haja reconhecido a diferença entre o sonho e a realidade. Oxalá, que sim.

O outro, apesar da exposição de factos sujeitos a verdades incontestáveis, fala demais, e não dialoga; provoca e alterca. É um exímio mestre nas afinidades “propagandísticas” no que toca ao populismo. A apreçar pela sua linguagem corporal, não lhe legitimo veracidade alguma nos seus propósitos, - não tem nada a ver com as verdades que aponta -, além de não lhe não evidenciar diplomacia alguma, para a posição que se propõe a entronar; é arrogante, desestabilizador da urbanidade, e leva-me a não acreditar nas deliberações que expõe. Olho-o, envolto numa aura de fingimento, apostado em tirar proveito da ambliopia mental das massas extasiadas, que com a sua verborreia tem adormecido.

Então, se a economia nacional se encontra depauperada, - porque é verdade -, de onde poderão surgir os proventos para colmatar todas esses prometimentos?

Não vejo como!? Pode haver muitos milagres; mas, com sacos de dinheiro, nunca tive conhecimento de nenhum.

Neste contexto, a minha apreciação é esta: “que venha o Diabo, e escolha”.

Porém, em face das circunstâncias actuais que reinam em Portugal, pela minha parte, tenho de ser eu a fazer a selecção. E vou concretizá-la. Por muito que me possa desgostar, não vou fazer parte do quadro abstencionista. Em qualquer panorama eleitoral, é a pior coisa que se pode fazer. A intenção de voto, deve ser sempre expressa.

Agora, mais polémicas, com que fim?! As “faixas curriculares” de ambos, já são sobejamente conhecidas.

Pessoalmente, já estou fartinho de tagarelices, embustes e actuações circenses, que têm vindo inundar os órgãos difusores de informação.

Então…

Portugueses; é nosso dever e obrigação, fazermos uma opção, embora limitada pela imprevisibilidade do “cenário” que se nos apresenta; optar por aquele que se nos afigure ser menos prejudicial. “Do mal, o menor”.

Todavia, perante o estudo ponderadamente elaborado pelo meu “franzino” raciocínio, mesmo assumindo a debilidade do entendimento, o “thrampismo” em Portugal, deve ser evitado.

Decidam de acordo com a vossa consciência.

VAMOS LÁ A VER SE ESTE ANO CORRE MELHOR.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 24/01/2026

Nota:

Não utilizo o AO90.

 

 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

GRANIZADA DESNECESSÁRIA


“Para bom entendedor, meia palavra basta”

(Provérbio antigo)

 

GRANIZADA DESNECESSÁRIA

    Com alguma frequência, a qualidade, excelência e primor, de uma escrita, não reside na interpretação integral da redacção que lhe dá corpo; porém, nas entrelinhas, que criam o sopro que lhe insufla a vida.

Entendo que essa particularidade não está ao alcance de todos os ledores, porque, além das particularidades do espaço que ocupa, pavimentado por consoantes e vogais, submetidas a um “rígido” e afinado sistema de pontuação, - nem sempre -, existem mentes que não alcançam separar o corpo que as linhas “aparentam” conferir e buscar nas entrelinhas, o âmago da alma que anima o texto; que lhe concede vitalidade; que o faz florescer e inundar de satisfação, o espírito daqueles que tiveram intelecto para lá chegarem. No entanto, reconheço que não é tarefa fácil; mesmo para muitos “timoneiros letrados”, que se abrigam à sombra protectora de um canudo, (diploma), para a obtenção do qual, despenderam centenas ou até milhares de horas para sua memorização, - mas não para seu entendimento. 

É evidente que, com esta minha conclusão, não pretendo asseverar uma certeza. Contudo, creio que não lhe será interditada a sua razão de ser.

A fase interpretativa da escrita, (rotulada de hermenêutica), foi, e é, das matérias mais trabalhosas e mais sublimes, que meus olhos têm enxergado, (agora com alguma dificuldade), e aos poucos, se foi alojando no meu córtex cerebral, para forjar o meu entendimento, (que como ser humano, pode ser dúbio), mas muito ficou arquivado para memória futura. Contudo, os capítulos necessários desse repositório de folhas invisíveis, com incrível rapidez tem despontado nos momentos em que deles tenho carecido - enquanto o declínio cognitivo se não projecta sobre mim.

E, para concluir: esta resenha, é fruta da árvore-do-tempo; ela apresenta a todos nós, as mais variadas qualidades, que vão do saber à ignorância, com apeadeiros na patetice; mas a escolha é nossa.

Durante o meu trajecto de vida, com “algumas” horas consagradas à leitura, vezes sem conta remigrei ao princípio, para no fim poder deleitar-me com o assombro ou tristeza, da realidade escondida no interior da ortografia que dava corpo ao texto; para uma mesma disposição de vocábulos que uma redacção tenha, os conceitos são passíveis de divergência entre si. Aqui, é ponto assente.

Assim:

O melhor não é o que está escrito; o melhor reside nas entrelinhas.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 18/01/2026

E agora, a motivo da redacção arriba grafada:

Foi por mim escrito um artigo, sob o título, “É REVOLTANTE”.

Cuja totalidade se encontra no link:

https://antoniofsilva.blogspot.com/2026/01/e-revoltante.html

 

Pelo que tenho vindo a observar, fiquei surpreendido com as “sapientes” interpretações, (inda qu’in piqueno númbro), alcançadas por “alguns”, não digo anormais, porque não é apropriado, mas, pascácios, - é mais suave -, que não tiveram capacidade mental, para a interpretação, já não direi completa, contudo parcial, do artigo em causa.

Isso levou a que, pelo meio da maioria observações feitas com critério, respeito e entendimento, também tivessem sido semeadas algumas baboseiras; que, para além da irrisória ortografia, (p’ra num dezer burrescas), subiam ao cume rasca e desrespeitoso dos impropérios.

Pelo que, através da escrita, é possível conhecer o comportamento das pessoas, só quero dizer a esses “aborígenes”, que se comportem como cidadãos educados. A ver pelas observações postadas por alguns, eles ajuízam que os meios de comunicação são semelhantes ao burburinho de a uma tasca. Mas não. A liberdade consiste em podermos manifestar o nosso desagrado, expôr as divergências, emitir opiniões, censurar e comentar, sem sairmos fora do civismo, como é natural.

Se assim não acontecer, a paz da vivência comunitária, entra em derrocada e colapsa. Depois é que ninguém se entenderá.

Perceberam?

Tenham juízo!? PARA QUE O ANO EM CURSO, SEJA BOM PARA TODOS.

(o Autor)

Nota:

Não uso o AO90.


sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

É REVOLTANTE!

 

No contexto do Regulamento de Disciplina Militar português

Portaria nº 234/2022 de 09-09-2022

Artigo 5.º - Restrições ao uso de uniforme

Quem Não Pode Usar (Salvo Autorização):

Atividades Não Autorizadas: Atividades políticas, eleitorais, partidárias ou em espetáculos.

Em resumo: o uso da farda está estritamente ligado à situação estatutária do militar e ao cumprimento de deveres e serviços, sendo restrito fora dessas condições, exceto em situações previstas e autorizadas, como cerimónias para reservistas e reformados. 

 

 É REVOLTANTE!

 


Estou fora de mim!

Se estivéssemos em período carnavalesco, em que todas as “parvoíces” são toleráveis, esta sê-lo-ia também; mas, o momento é muito mais sério; trata-se das Eleições Legislativas, que vão servir para orientar a estabilidade governativa, no sentido, - espero –, de conter a corrupção e proporcionar uma melhor qualidade de vivência povo português.

Portanto, isto não deve ser considerado um divertimento, - a não ser de mau gosto -, que aparenta ter sido o caso.

A este cidadão, que nunca integrou o serviço militar, e naturalmente nunca “comeu pão que o Diabo amassou”, também por lei, não lhe é permitido o uso de qualquer peça de vestuário, que aconchega os elementos as nossas forças armadas. A lei é clara.

Não quero com isto dizer, que não pudesse fazê-lo – até poderia ter envergado a farda de Almirante, que era mais agradável; poder, pode fazer tudo o que der na real gana; posteriormente, “paga ou recebe”, as consequências resultantes das suas atitudes, - que poderão ser benéficas ou prejudiciais.

Na ocorrência em causa, a apresentação da indumentária que não lhe era permitido usar, vai ter um efeito contrário ao que ele poderia pensar; vai sair-lhe o tiro pela culatra.

Executou aquela “palhaçada circense” – por lei, não permitida -, ao que parece, para fazer exibição da imbecilidade genética, que o tem vindo a perseguir.

Fala de mais, com vincada rapidez, sem ponderação e atabalhoadamente, várias vezes recorre ao insulto, contudo muito mal encapotado.

Para mim, não gostaria de ver esta figura – mais figurão do que figura -, a fazer parte dos elementos do Sistema Governativo Português.

Havemos carência de entidades sérias, que se façam destacar com humildade, criteriosas, ponderadas, com uma faixa etária amadurecida, e que, possuam afecto incondicional pela Pátria onde germinaram.

Vou dar por terminada esta reprimenda esta minha reprimenda.

 A minha carga emotiva que me inflava o íntimo, abrandou!

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 16/01/2024

 

https://antoniofsilva.blogspot.com/2026/01/e-revoltante.html

 

Nota:

Não comungo da estructura do AO90. 

 

 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

IGUALDADE E EQUIVALÊNCIA

 

Toda a existência germina do conflito

 e nunca da simetria.

(A. Figueiredo)

 

IGUALDADE E EQUIVALÊNCIA

 


Nos dias de hoje muito se tem enfatizado sobre o vocábulo IGUALDADE, louvado seja o Criador! Fazem da IGUALDADE um infatigável cavalo-de-batalha; é igualdade de oportunidades, igualdade de direitos, - os deveres ficam de lado -, igualdade de sexo, etc. Sendo que, se pensarmos profundamente sobre esta suposta virtude, ela não passa de uma ilusão enunciada pelo Ser Humano, e é utilizada para lavagens cerebrais e consequente captação das massas, com arteiros obejectivos previamente determinados. Porque, na verdade, a IGUALDADE não existe em lugar nenhum do Universo, do qual somos parte do seu Todo.

Se reflectirmos profundamente e com grande amplitude, não teremos dificuldade chegar a essa conclusão, que aparenta ser utópica, porém, é de límpida realidade. A IGUALDADE não existe. O que tem vindo a proliferar, e a ser considerado como igualdade, não passa de EQUIVALÊNCIA – que não é mesma coisa. Entre ambas, existe uma fronteira basilar que as distingue; é a sua ESSÊNCIA. Esta, não é mais do que o conjunto de características incindíveis e imutáveis que definem uma natureza, ou uma lógica interpretativa, que justificam a razão da existência das mesmas, como factos.

É de assinalar que, se existisse igualdade, no termo absoluto que lhe pretendem atribuir, nada existia – nem eu estaria aqui a tagarelar sobre o assunto.

Já a EQUIVALÊNCIA, por não comportar esse sentido absolutista, concede-nos uma maior abertura avaliativa; o seu sentido apresenta um horizonte menos condicionado, mais vasto e mais alargado para a nossa compreensão.

A exemplo, olho a Matemática como a expressão máxima, estampada na construção perfeita do Universo; nada foi criado ao caso. Mas, quer seja nas equações matemáticas quer seja na estrutura cósmica, estas duas vertentes primam pela desigualdade, - cada qual no seu estilo; embora em traços, forças e reacções diferentes, são sempre direccionadas à EQUIVALÊNCIA; essa, é a Força Invisível, que fez despoletar a continuidade Cósmica a partir do reinício, que é a particularidade que a todo o Universo é dado atingir, mas conservando a força e a matéria sempre unidas pela EQUIVALÊNCIA.

Mesmo matematicamente, dois mais dois, não são iguais a quatro; equivalem a quatro, - o que não quer dizer o mesmo; apesar da rusticidade do exemplo, é lógico.

Agora vejamos: quer abaixo do microscópio, quer acima do telescópio, é-nos dado comprovar que toda a matéria do Universo se encontra em contínuo e perpétuo movimento, - até prova em contrário. Isto é um dado incontestável. Para que esse movimento subsista, tem de haver uma desigualdade de energias que busquem uma estabilização entre si, sem jamais a conseguirem. Como tal, só forças diferentes, se pode originar movimento.

Isto sobrevém, porque a Grande Força Criadora, que se faz sentir, mas que não está ao alcance no nosso conhecimento, desencadeia um conflito contínuo, precisamente pela desigualdade existente, que se neutraliza entre si, até atingir a EQUIVALÊNCIA, que se situa entre a entropia e o reinício; todavia mantendo sempre a Essência Universal que no Princípio lhe foi atribuída.      

 Isto é de alienado, não é?!

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 15/01/2026

 

Nota:

Não utilizo o AO90

 

 

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

ESTOU FARTO

 

"Quando a ordem se desmembra,

a confusão patrocina um princípio de justiça".

É uma das formas de tornar a injustiça justa.

(A. Figueiredo)

 

ESTOU FARTO

 


Neste instante, acabei de sentar-me à secretária, já dilacerada de pelo uso, para teclar, umas dúzias de palavras a sobre a podridão que tem vindo a contaminar a conduta do civismo em Portugal; A PÁTRIA QUE ME VIU NASCER, E QUE EU, COM 17 NOS DE IDADE, TIVE MUITO ORGULHO EM INGRESSAR COMO VOLUNTÁRIO, NA SUA DEFESA E DO SEU IMPÉRIO, BEM ASSIM, COMO DOS VALORES CÍVICOS À ÉPOCA INSTITUÍDOS.

Poderão alguns “mancebos mal instruídos, com os miolos minados pelo fanatismo, - real ou fingido” -, ou idiotice congénita, não estarem de acordo com a minha forma de raciocinar, mas isso nada me apoquenta. Não me faltarão argumentos para defender a minha tese sobre a matéria em questão, que se sintetiza ao apodrecimento do estado comportamental da comunidade reinante, neste tão bonito “talhão” à beira mar plantado.

Estarão a caminho cinquenta e dois anos que germinou um golpe de estado neste país, que visava varrer a ditadura, para, em sua “monarquia”, implantar e salvaguardar a democracia, liberdade de expressão e implantação da igualdade de direitos e deveres a todos os cidadãos.

Os anos foram passando, e hoje, sinto-me desgostoso, revoltado e agrilhoado, por tudo o que eu na época, havia vaticinado, ter-se afinal, realizado.

A dignidade de Portugal no Mundo, lentamente foi decepada por entidades que, apregoando servirem a nação, com arteirice e descaramento, se serviram da dela, em benefício  dos interesses deles próprios – salvo raras excepções.

O Império Português, outrora colonizado, foi de mão-beijada cedido à bicharada e subsequentemente “exterminado”; hoje não é mais do que um mundo que alberga um antro de ácaros, que se distraem a chupar as suas mais valias, enquanto grande parte do seu povo – que bem conheci –  se vê na necessidade de vasculhar nutrimento nas estrumeiras, e os seus desafogos e insurreições são reprimidos pela força do poder instituído, com recurso ao uso do bastão, e, se necessário, ao premir do gatilho - que despoleta balas sem olhos nem sentimentos.

Depois da “herança” compulsiva que lhes foi deixada, e os seus (des) governantes se terem comportado, como oportunistas herdeiros e não como progressistas sucessores, é que deflagrou que, grande parte da penúria que hoje temos conhecimento, graças à divulgação informativa, pode ser constatada. Esta é a realidade das condições lamentáveis em que actualmente se depara “quase” todo o extinto Império, que há meio século vinha a ser timonado pelos portugueses.

 Como obstinado que sou, não abandono o objectivo; vou seguir o azimute para o Sul da Europa, mais propriamente para o Sudeste da Península Ibérica, tendo em mira ao meu pais. PORTUGAL! Com toda a sua deslumbrante faixa costeira banhada pelo Oceano Atlântico, revestida por praias aprazíveis, onde se pode sentir o afago da calmaria do Estio, e respirar nessa deleitosa soalheira o ar fresco “encharcado” pelo cheiro a maresia!

Ainda que reduzido na área, Portugal desfruta de um ponto estratégico na Europa, com uma belíssima e aprazível zona costeira em todo e seu comprimento, que, pela sua beleza natural, constitui um atractivo turístico de elevada qualidade, - e de meter cobiça!

Todavia, observo, - e sinto -, que no decorrer de todo este Lustro, no que respeita ao sector governativo, - em toda a sua amplitude -, este não tem tido capacidade para dar cumprimento aos seus prometimentos e aos seus deveres; quer na parte interna, económica e social, quer na implementação da dignidade e prestígio global. Como toupeiras, estamos p’áqui arrumados a um canto da Europa, “a ver passar os comboios e os navios”, enquanto ardilosa e manhosamente nos vem a ser insuflada uma aflição compulsiva, cada vez mais acelerada que nos vai acidulando a vida e corroendo a mioleira.

Estou farto!

Admito que somos pequenos na área territorial; mas não ignoro que a dimensão da “nossa” mente, tem-se comportado na razão directa da superfície que nos acolhe. Contudo, essa pequenez intelectual, não pode servir para justificar as asneiras que indesculpavelmente têm vindo a ser cometidas.

O nosso Império, foi abandalhadamente desmantelado; as reservas auríferas, garantia do nosso poder económico, foram desconjuntadas; as privatizações, antes do domínio público, organizadas e copiosamente lucrativas, esburacaram; a corrupção campeia a céu aberto, porém coberta pela escuridão do sigilo até ao nascer do dia *“D”; a justiça, apresenta-se inquinada, não pela letra de lei, que é uma realidade inegável, contudo pela interpretação “filosófica” da mesma, que varia em cada cabeça, e oscila ao sabor dos ventos da conveniência; às forças de protecção dos cidadãos, foi-lhes retirado poder de dissuasão de conflitos; são forçados a serem insultados e a suportar agressões, passíveis de atingir a desgraça; o civismo, apressadamente tem vindo a enveredar pelo caminho da bandalheira; com a abundância de cursos superiores para tudo, a doutorice está a ser minada pela idiotice; os mestres do ensino vêm a ser violentamente insultados e agredidos, sem qualquer poder de defesa ou protecção; por qualquer causa “mal aferida” e mal ponderada, chovem caldeiradas de greves e jorram insultos por tudo quanto é canto, - aproveitando, como sempre, os fins-de-sema, etc..

Foram escancaradas as portas fronteiriças, o que possibilitou a qualquer badameco entrar livremente e asilar neste país, mesmo “sem se saber onde ele pendura o pote” – não, quem entra em minha casa, tenho de saber a sua proveniência, quem é, e tem de se cingir aos costumes vigentes. A violência e o desrespeito estão em franco progresso e não aparece ninguém com intrepidez para o estancar; a desordem tem-se manifestado de tal forma, que, indecorosamente, até permitiu o assassinato da língua portuguesa.

Ao que chegámos!       

ESTOU FARTO DE VIVER NESTA SOCIEDADE DE HIPÓCRITAS, OPORTINISTAS, CÍNICOS E LADRÕES; CORJAS QUE PRIMAM PELA DESARTICULAÇÃO DA ESTABILIDADE QUE VINHA A OXIGENAR A ORDEM E O PROGRESSO NESTE PAÍS.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 13/01/2026

 

Nota:

Não utilizo o AO90.

 

 

 

sábado, 10 de janeiro de 2026

MADURO, ESTÁ “MADURO”.

 

Há cerca de oito anos que este artigo foi grafado. Agora quedo-me a observar o seu conteúdo, e pela realidade que encerra, resolvi fazer a sua republicação.

(A. Figueiredo)

 

 

 "O desejo de igualdade levado ao extremo,

 acaba no despotismo de uma única pessoa." 

(Barão de Montesquieu)



MADURO, ESTÁ “MADURO”.

 

VENEZUELA!

 

Uma imensa porção de território que Simón Bolívar libertou das grilhetas de Espanha e tornou independente, transformando-a num dos países mais bem-afortunados da América Central, é agora um pátria de resignação fervente, de liberdade apodrecida onde reina a ferro e fogo um cerrado despotismo. Foi uma região produtiva, bafejada pela abundância, com invejável nível de vida onde a emigração afluiu com a energia e a tenacidade de um enxame de abelhas, permitindo a muita gente – com algum sacrifício, claro - granjear posses que lhe permitiram ter hoje, uma vivência estável.

A Venezuela vê-se actualmente estrangulada e rastejante sob o jugo de uma ditadura que no século XXI já não tem razão de ser, perante a forma de pensar nos dias de hoje.

Nicolas Maduro, sucessor da tirânica “monarquia” chavista, deu o derradeiro golpe ao colocar o país num siliciado “amadurecimento” obrigatório, até este tombar podre de maduro; derrotou toda a estrutura económica e financeira, de tal forma que a miséria faz parte da vestimenta esburacada e rota daquele país.

É inacreditável como uma figura que forçou a sua apresentação como defensor da liberdade de um povo, foi ela própria, o carrasco, o verdugo, desse mesmo povo.

Ali falta tudo. No que respeita bens materiais, os produtos de primeira necessidade são uma evidência; a estabilidade económica e social, ao que parece, não existe; a tranquilidade e a ordem estão entravadas e em situação de penosa recuperação.

A única condição que existe com fartança é a repressão, até que aquele povo tenha oportunidade de retirar o pescoço da corda de sisal que lhe sufoca a liberdade e lhe sustem a revolta.

Não conheço esse outrora “Reino do Prestes João” e tudo o que dele possa pensar é-me veiculado pelos mais variados meios de comunicação.

A ser tido como verdade tudo o que tem chegado ao meu conhecimento, penso que Nicolas Maduro já atingiu o seu ponto excelso de maturação e tem grandes hipóteses de acontecer-lhe o que acontece com toda a fruta muito madura; cai. Cai e certamente que não terá tempo de tirar proveito, do proventos conquistados pela sua desenfreada ganância.

 Assim o povo se unifique.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 02/07/2017

www.antoniofsilva.blogspot.com

 

 

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