Quero que fique
aqui bem frisado, que não racista nem xenófobo; respeito todas as edeologias políticas e religiosas, desde que
não as queiram impor a mim.
Também não sou
contra a imigração, que é sempre bem-vinda, - quando devidamente controlada,
como é óbvio -, mas… “quem entra em minha casa, tem de cingir-se às regras
existentes, porém, com absoluta liberdade de preferência”; se não aprova,
que regresse ao seu país de origem.
(do Autor)
DEMOCRACIA
FINGIDA=AUTOCRACIA
Scheindemokratie
= Autokratie
Bhuẏā
gaṇatantra = sbairatantra
Dân
chủ giả tạo = Chế độ chuyên chế
Фальшива
демократія = Автократія
Muito deploro, mas sinto-me na obrigação de defender este meu credo, se bem que, desobrigado de fanatismos, todavia, com base nas circunstâncias pela frente tenho vindo a observar.
É do conhecimento geral
o “saber” sobre o que é uma ditadura, e muito mais, aqueles que sofrerem ao
atravessar o seu dificultoso caminho, como a mim tocou. Só que, existem duas
formas de apresentar a ditadura; uma é através da realidade de quem por ela passou;
outra, é aquela que reza a história, que sempre obedece a um “sabichinho”
de tendência manipuladora do historiador, que se presta a dar mais brilho aos
defeitos, do que às obras de benefício comum. Assim, sobrevém que a história
pode não ser como foi na realidade, por ter sido adulterada pela forma como
muitas vezes é descrita.
Hoje, Portugal
considera-se um país democrata, onde a liberdade é “palavra do dia”. É deste
modo, um estado, em que a capacidade do Governo emerge de um sufrágio popular;
é um Estado de Direito. Ou seja, uma
situação governativa, em que a lei funciona em plena igualdade, (devia
funcionar), para todos os cidadãos, protegendo-os, e permitindo-lhes também a
liberdade expressiva dos seus juízos, que, quanto isto nada tenho a dizer,
porque o Governo, “benevolente”, permite que “os cães ladrem, mas a caravana
continua a avançar”.
Porém, as circunstâncias
da Democracia, obviamente que têm de estar subordinadas a regulamentos, quando
não, transformar-se-ão numa Anarquia, (que em Portugal, não andará muito
longe), e nesse caso, cada um é livre de fazer o que lhe dá na cachimónia,
da maneira que quer e lhe apetece.
Não quero com isto
dizer, que a Autocracia, (Ditadura), seja melhor do que a Democracia, porque
não é; contudo, para que a condição Democrática possa sobressair em toda a sua grandeza,
é racional que os cidadãos devem apresentar firmes alicerces de educação; se
deles são carenciados, que lhes sejam impostos, pelos princípios instituídos,
para estabilizar a vivência social e mantê-la em plena harmonia; e é essa
civilidade que tem vindo volatilizar-se no nosso país, com a entrada triunfal
da presente “Democracia”, há meio século.
Essa vaporização tem
tido grande influência na sociedade portuguesa, pelos exemplos transmitidos por
alguns dos elementos da nossa estrutura governativa, que não são dotados da
cidadania actina entre si. Não dão exemplos. Entabulam manigâncias por conta
própria e são dotados de falta de lisura nos seus argumentos e compromissos;
apenas tentam remendar atabalhoadamente as questões e os hábitos maliciosos,
com verborreia rasca e bolorenta, da qual o povo já se sente empanturrado.
Ora, não é a este estado
de coisas que podemos chamar de Democracia. É mais, uma Democracia encapotada,
paraíso dos grandes e inferno dos pequenos.
Agora, vou à razão, pela
qual a factual “Democracia Encapotada”, equivale uma “Ditadura real”.
Isto tem sido uma balda
desenfreada.
Corrupção abrasiva de
desvio de fundos para fora dos objectivos haviam sido destinados; diminuição de
autoridade às entidades policiais, que são o garante da tranquilidade
populacional; o povoamento de áreas do território, com imigrantes, uma maioria
dos quais, que não se sabe onde penduram o pote, - daí resultando que já não se
pode andar na rua sem a companhia do constrangimento ou receio; aos profissionais na área do ensino
e didactologia, também lhes foi diminuída a valorização nessas funções, - “até
se dão ao luxo” de serem agredidos; daí resultando, que a qualidade do amestramento
seja deficiente acompanhada da perda relativa de interesse, - a docência está
em queda livre e a falta de professores já se faz sentir.
As forças policiais, que
são o garante inquestionável da nossa tranquilidade, têm vindo a ser
desvalorizadas e a sua autoridade restringida, - o apreço devido, não passa de
uma miragem.
Quanto à justiça, a lentidão
processual jurídica, estica-se até mais não poder, quando se trata de “cão
grande”, que abocanhou uns “milhões” à revelia das normas vigentes; o que não
acontece com um “miserável ladrão de galinhas”, por ter assaltado uma capoeira
e cometido o “roubo de um frango” para sua sobrevivência.
A inflação! Ai! Esta intumescência,
abusivamente tem vindo a trepar a olhos vistos, aproveitando-se da
instabilidade Mundial como catapulta, (desculpa), e o Governo não é capaz de lhe
frear o andamento, impondo a determinação das percentagens lucrativas
obrigatórias, na razão directa do valor da aquisição, - como era estabelecido
há cinquenta anos atrás. Não, usa teoria do caracol a elevar-se lentamente por
um mastro; “de dia sobe dois metros; e de noite, adormece e escorrega um”.
E foi por estas e muito
mais situações, que Portugal ancorou à cauda da Europa.
Tudo isto parece
irrisório; mas em mim, assoma-se-me à face um sorriso amarelo, que ma faz
soltar a adrenalina, estremecer toda a minha constituição estrutural e
psicológica, além provocar uma angústia como nunca lembro de ter passado no
tempo da Ditadura. Estarei eu senil?!
Se calhar, é mesmo por
estar velho e taralhouco!? Se assim é, não liguem, que a tolada vai
passar.
Mas, mesmo com a
cabeçona azoeirada, que isto carece de uma grande mutação, não tenho dúvidas.
António Figueiredo e
Silva
Coimbra, 12/04/2026
Nota;
Não uso o AO90
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