domingo, 30 de agosto de 2026

VELÓRIOS

 

Dinheiro e tempo são as cargas mais pesados da vida.

As pessoas mais infelizes são aquelas que têm tanto disso,

que nem sabem o que fazer com eles.

 (Samuel Johnson)

 

VELÓRIOS

ПРОБУЖДЕНИЕ

AUFBEHRUNGEN

目覚める

LỄ TANG

WAKES

जाग

VEGHE

醒來

 

Aflição

Enterros, mortórios, funerais, inumações, sepultamentos, ou lá o que queiram chamar-lhes, são acontecimentos onde se espraiam as maiores manifestações de disfarce de que eu tenho conhecimento. É nessas circunstâncias formais ou protocolares, que, “sem disso se aperceberem”, seres “humanos” aspergem, com vincada dissimulação, a  falsidade que sempre lhes vagueou no espírito.

Não é meu desejo afirmar, que nessas manifestações de falso apreço e compaixão, não encontrem presentes, seres sensatos e agradecidos, que no seu interior sintam a verdadeira ausência do retrógrado vitalismo do féretro, - antes de ele iniciar o seu arrefecimento eterno -, cujo amor por ele ainda persiste, e os marca com profunda e verdadeira angústia, por saberem que jamais o voltarão a contemplar, a não ser através de fotos; das quais, algumas subsistirão por tempo imprevisto, suspensas em qualquer em qualquer canto, sobre uma velha prateleira ou prensadas entre as folhas de um álbum amarelecido, para serem roídas pelos peixinhos-de-prata, ou até que a moldura, triturada pelos cupins se putrefaça, tombe e se estatele, - à semelhança da memória, que ao mesmo tempo se vai dissipando nas nuvens do futuro, à medida que o tempo vai passando.

Porém, isto não invalidada que eu não possa exprimir o que me vai na alma, (ou pressinto), sobre tão delicado assunto, apesar de saber que vai desgostar à falsa índole de muitos marmanjos, - que não serão tão escassos como podemos pensar.

Nas exéquias, exceptuando os familiares mais chegados, (por vezes nem esses), o mundo inteiro exibe-se com aparência “angustiada” e olhar pesado, como se sentissem a perda daquele defunto “sacana”, (para alguns), que, de tão hirto e enfriado que estava, já não reunia capacidades para lhes arrancar a máscara da falsidade.

É um acontecimento em que não somente são derramadas lágrimas de tristeza; também são vertidos chorincos de satisfação, trasvestidos de melancolia.

Isto é verdade. Já foi por mim constatado. Um dia, num funeral de um familiar, até houve um parôlo sebento, que em “lânguida” voz, me concedeu os seus sentidos… parabéns! Ocorrência que jamais deslembrei!

Noutras alturas, enquanto o enterro não era realizado, era “normal” várias pessoas saírem para fora do local mortuário e deslocarem-se para o adro, conversar sobre a vida alheia ou entabular negócios de gado.  

Que interesse ou valor, têm as coroas ou ramos de flores, se na maioria das vezes não representam mais do que” mancheias de urtigas”?!

   Esta “cena” dos funerais, não deixa de não ser ao mesmo tempo, uma oportunidade comercial para os vendedores de esquifes, - e supostos enterradores -, que, identicamente com semblante “tristonho”, (mas alma jovial), sabem muito bem disfarçar os interesses proveitosos que por detrás do seu fingido sentimento, grelam. Isto não é impostura. É o que há muitos anos tenho vindo a verificar.

Contudo, todos os farsantes olvidam uma realidade; a dissimulação só se estende  até ao dia em que o mesmo “cobrador,” (do defunto), lhes apareça para ceder o bilhete de embarque, que é insubstituível.

A epilogar:

Enquanto uma figura é viva, não lhe falta quem lhe derrice a “carne e a alma”, para ir enchendo o “bandulho”, - se ela for de natureza enceguecida. Depois de defunta, continua a ser sustento de muitos, - mesmo após ser sepultada.

E é deste modo que, entre finais e reinícios, a Criação da Vida prossegue em direcção ao infinito!

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 26 de Agosto de 2026

 

Nota:

Não utilizo o AO 90.

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

REVERÊNCIA À MULHER

 

Cem homens podem formar um acampamento,

mas é preciso uma mulher para se fazer um lar.

(Provérbio Chinês)

 

REVERÊNCIA À MULHER

(Reflexão)

Hommage an die Frauen

致敬女性

Hommage aux femmes

Tôn vinh Phụ nữ

Φόρος τιμής στις γυναίκες

महिलाओं को सम्मान

אַן אַכטונגס־באַווײַז צו פֿרויען

女性へのオマージュ

 


Esta, foi a MULHER que me trouxe à luz do dia.
MULHER de bastante luta e honrosa paciência.
A minha MÃE!


 
 
    Nada me inquieta que hoje não seja o dia da MULHER, para honrar esse “anjo-da-guarda”, imprescindível à Vida Humana na Terra.

Porque disso é digna, eu sinto empenho em glorificar a sua imagem. Sem esse gineceu, o mundo seria amorfo e desprovido de existência.

Não desconheço que há mulheres infernais, mas não me atrevo a classificar um grão de areia como sendo um deserto. Por isso, esta redacção é unicamente dedicada a toda aquela que sabe ser MULHER.

Essa criatura, independentemente  da sua posição social, da sua beleza, da sua côr, do sítio onde vive ou dos costumes e credos que possa seguir, sempre ocupou em mim, um lugar de elevado destaque e estima, sendo por isso, digna do meu cavalheirismo e admiração, porque integra a razão da minha existência. Foi o primeiro lugar onde passei a habitar durante nove meses, após uma arrojada fuga da prisão testicular, seguida de uma batalha encarniçada e cansativa, por carreiros desconhecidos e  irregulares, para, por fim, desfrutar do meu almejado descanso, que pela “Natureza”, através da MULHER me foi ofertado.

Se a MULHER não existisse, a presença do homem não iria além de uma fantasia. Logo, se existo, a ela o devo. Se sobrevivi e fui crescendo até à altura de ser ofuscado pela luz do dia, mas sempre bem nutrido, aconchegado e  acolchoado pelo ácido amniótico, também a ela o devo.

  Em princípio, sangue oxigenado que me corria pelas artérias, era o que pulsava no seu corpo; com a sua devota paciência de MÃE, aguardava e suportava com incontida felicidade, os pontapés que eu lhe dava nas parêdes da “aldeia” uterina, enquanto me entretinha a chuchar no dedo polegar.

Não me recordo, mas certamente que naquele “hotel de cinco estrelas”, já a terna doçura da sua voz  me devia fazer vibrar as membranas timpânicas. Quantas vezes ela não devia ter cantado para me acalmar!

Quando principiei a ganhar tino e resolvi, - armado em parvo -, encetar mais uma escapadela, - que mais tarde conclui que vinha ser a derradeira -, o seu sofrimento deve ter sido atroz! Porque a abertura por onde eu teimava escapar era muito acanhada, - facto que só mais tarde vim a reconhecer, apesar da sua suposta lembrança ter sido engolida pelo olvido.

Depois de toda a “tortura” por mim, a ela infligida, anos mais tarde vim a saber que ela abraçou o meu ainda frágil corpo para me afagar, com os olhos ruborizados a lagrimejar de alegria! Já nasceu, - devia ter pensado.

Considero-a o “fruto da macieira” do jardim do Éden, que me conduziu para vida, - e a todos quantos existem.

Por tudo isto, MULHER merece todo o meu incondicional apreço.

Que a Criação a abençoe! E a outras, lhe conceda resignação incomensurável para suportar as submissões teocráticas e sádicas, a que alguns “homens”(?), as submetem, - por vezes, com a imposição do último suspiro.

Esquecem-se de que, sem o contributo incontestável da  MULHER, não existiam.

À MULHER, o meu bem-haja, pela sua existência, empatia e resignação.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 14 de Agosto de 2026

Nota:

Não utilizo o AO90     

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

"ESPERTEZA" CHINESA

 

“ESPERTEZA” CHINESA

Prólogo:

Observe-se na fotografia abaixo inserida, - desobrigada de quaisquer alterações -, que deu origem à dissertação do texto que abaixo se segue.

Como a minha idade já não perdoa, mandei vir esta serrinha a baterias de lítium, para esfrançar onde eu não posso, por não me ser permitido subir a um escadote.

A descrição sobre o instrumento em causa, está correcta; porém, não na sua plenitude. Na descrição apensa, diz que dita serra corta ramos até 5 m de altura, o que não é verdade.

Eu tenho 1,70 m de altura; a maquinêta, toda esticada a meu lado, - pode ver-se por onde dá, - não chega à elevação total do meu físico. Mesmo esticando os braços, não atinge a medida anunciada.

É a isto que eu titulo de… ESPERTEZA/SAGACIDADE.

 (O Autor)

 

      Jamais desesperes com as sombrias aflições de tua vida;

das nuvens mais negras, cai água límpida e fecunda.

(Provérbio Chinês)

 

Não é apenas p’ra conceber;

p´ra vender, também é preciso saber.

(A. Figueiredo e Silva)

 

“ESPERTEZA” CHINESA


中国式的
精明

Chinesische „Gerissenheit“

中国人の「狡猾さ」

Chinese “Cunning”

चीनी "चालाकी"

La « ruse » chinoise

Китайская «хитрость»

 

    A certificar que “o Mundo é dos espertos” - não dos inteligentes -, coloco  a China, (中国), como um exemplo fidedigno dessa virtude.

Foi com recurso à esperteza, que aquele país asiático atingiu o patamar da superior e magnificente da economia do mundo.

É um povo que não tagarela, - diz apenas o necessário; raramente sorri, - esboça sempre o seu semblante sorumbático e são reservados na sua dicção; nota-se que é uma gente de compenetrado intelecto.

Graças à sua camuflada vivacidade, cúmplice de uma obstinação em triunfar, a China, tem vindo paulatinamente a povoar o planêta, na certeza de que um dia, - quando não sei -, se este não acabar antes, tomará as rédeas, deste “minúsculo” Ponto  Azul, que voeja “sem destino”, pelo Espaço Cósmico de que faz parte.  Pelo menos eu, estou disso convicto.

Em tecnologias de ponta, é dos países mais avançados que conheço, - não porque alguma vez lá tenha habitado, mas por tudo o que me tem sido facultado indagar.

Praticamente em todos os continentes, existem comunidades  oriundas da China. Embora no sudoeste Asiático sejam em maiores concentrações, como não podia deixar de ser; contudo, isto não invalida que na Europa, América latina, América do Norte, América do Sul, África, e até na Oceânia, não existam em grande número.

O aumento demográfico deste povo, (antes de controlado no seu país de origem), recompensou-os com uma sagacidade progressiva, inculcando-lhe a necessidade de expansão, que espontâneamente os artilhou de estratégias para a consumação da diáspora que, “leve, levemente”, tem vindo a consumar-se, avolumando-se em franco progresso, estendível a todos os continentes.

Reitero:

Agora, imagine-se o objectivo, - como é óbvio, sem previsão temporal concreta:

Exercer a Soberania Mundial.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 13 de Agosto de 2016

 

Nota:

Não utilizo as regras do assassino da Língua Portuguesa; o AO90.   

  

terça-feira, 11 de agosto de 2026

A FAMÍLIA

 

No dia em que a tua família deixar de estar em

primeiro lugar na tua vida… volta atrás,

porque te enganaste no caminho.

(Autor desconhecido)

A FAMÍLIA


DIE FAMILIE

Η ΟΙΚΟΓΕΝΕΙΑ

המשפחה

परिवार

ザ・ファミリー

GIA ĐÌNH

СІМ'Я

THE FAMILY

 

Hoje deu-me uma “embriaguez” mental, que me fez discorrer sobre o conceito de família, que, nos tempos que correm, tem andado a serpentear pelas correntezas da amargura. Esta não representa mais do que um grupo social, interligado pelos valores genéticos, tendo como factor principal o afecto, que tem um peso muito acentuado na ligação entre os indivíduos do mesmo clã; até é trivial a sociedade proferir, que o mesmo sangue lhes corre nas veias, - apesar de sabermos que isso é metafórico.

Não é de todo inverdade, que entre elementos pertencentes à mesma estrutura clânica, não logre existir conflitos, embirrações, desconfiança, cobiça, e até uma determinada disputa encapotada, que com alguma boa vontade e mútua compreensão, se podem ultrapassar. Porém, também não deixa de não ser verdade que as criaturas reconhecem os defeitos e virtudes entre si, contudo, perante a sociedade, e em acérrima defesa da sua genealogia, alegam, com recurso a patéticos ou agressivos comentários, - por vezes ridículos e sem credibilidade -, a unidade, estabilidade e honra familiares, por muitas imperfeições que a mesma possa conter. Isto é normal, e não discordo.

A linhagem, por assim dizer, é que constrói os elos de ligação que solidificam o vínculo familiar. Naturalmente que, para aqueles que não têm família, a sua vivência, poderá apresentar-se como um existir um tanto opacificado;  não obstante, - e será pertinente frisar -, devemos ter sempre presente que, em situações atribuladoras, o primeiro auxílio nasce dos vizinhos. É por esse motivo, que devemos ter sempre pessoas com quem contar numa aflição e que elas também podem contar connosco em caso de adversidade. Muito “boa gente” esquece essa realidade!

É por isso que a educação, para além de familiar, deve também, estender as suas ramificações tentaculares, para o interior da sociedade com que convive.   

Não obstante, para cada famelga, existe, em termos normais e práticas, o sistema patriarcal, no qual se destaca um “chefe”; que deve primar pelos exemplos, tidos como uma cartilha doutrinal, que devem ser seguidos pelos seus descendentes, quando alguns não degeneram, como é possível ocorrer –  uma boa árvore, é susceptível de dar alguns frutos picados por malévolos predicados, e vice-versa. Apesar de ser a Natureza quem destina, deixa sempre um quinhãozinho de autonomia na escolha para nós próprios, assim o queiramos e o saibamos aproveitar.

Mas não deixo de referir, que considero o bom exemplo como a melhor lição que se materializa no fertilizante necessário à conduta moral e ética do indivíduo perante a comunidade, na qual está introduzido; sendo que essa mesma comunidade, é, incontestavelmente, a alma nobre ou degradada do país onde está inserida.

Acentuando o meu parecer, o que tem entrado em carência no aglomerado populacional em relação ao sentido que tenho de família, no nosso país, (Portugal), é precisamente a falta de bons exemplos; não só no seio íntimo, mas em todos os degraus colectivos. Essa é a razão primeira, de actualmente não termos usufruído de governações com credibilidade certificada; de haver filhos que desconhecem a sua paternidade; outros que sofrem, porque o seu progenitor finge estar presente, mas tão só se limita a posturas disfarçadas, que garantem as mais duras críticas por parte da comunidade e da família. Neste caso, são progenitores que não deviam tê-lo sido, porque mostram uma coisa e são outra, agindo com atitudes desidratadas de franqueza, com as quais tentam falsear a sua verdadeira, porém, apodrida condição comportamental, cuja factura um dia irão pagar.

Numa família exemplar, cada membro tem de conhecer e deve exercer, o seu papel para o bem da unidade da mesma e da sua harmonia, para que estas virtudes possam ver a ser uma realidade na sua concretização.

Bem, no fundo, um país só poderá ser bem administrado se as famílias nele existentes forem edificadas sobre robustos pilares de boa conducta e compreensão, onde os bons exemplos e a empatia sejam soberanos.

Verifico, com profunda mágoa, que esses atributos se têm vindo a dissolver em acelerada velocidade.

Ao longo do meu percurso vital de oitenta e dois anos, e considerando que não sei tudo, sinto que existe qualquer coisa que transcende a minha compreensão, a pairar na atmosfera, que vem há muito, a toldar a maneira de ser e pensar das pessoas, no que diz respeito à civilidade familiar/colectiva.

Isto dá como consequência, que só existe o EU”, A ELEVAR NA SUA MANÁPULA DIREITA, “A BÍBLIA” DO TENEBROSO CULTO AO INDIVIDUALISMO. OS OUTROS NÃO PASSAM DE “VERBOS-DE-ENCHER”.

ISTO ESTÁ, UMA *THRUMPALHADA.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 11 de Agosto de 2026

 

Nota:

Recuso-me à utilização do AO90.

  

  *Maluqueira.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

LEMBRANÇA

 

O mundo dá muitas voltas;

mas os ingratos não têm a noção

de que o prato em que hoje cospem,

pode ser o mesmo, que amanhã os alimentará.

(Dihony Cardoso)

 

                      LEMBRANÇA

ERINNERUNG

ПАМ'ЯТЬ

MEMORY

记忆

SOUVENIR

KÝ ỨC

याद

זכּרון

ПАМЯТЬ


ENFERMARIA DE CIRURGIA VASCULAR DO HOSPITAL DE SANTO ANTÓNIO – PORTO

 

    Não serão necessárias comemorações aniversariantes, pascais, natalícias ou outras efemérides semelhantes, para que eu possa exteriorizar o apreço que ainda sustento por todos vós, sem distinção das ocupações profissionais de cada um.

Todos fizeram o que estava ao alcance do seu poder, da sua sapiência, da sua boa vontade, sem descorar o cumprimento dos regulamentos hospitalares aí edificados.  

Não direi diariamente, porém, em muitos momentos da vida que ainda me é permitido usufruir, - por em quanto -, a lembrança de todos os elementos dessa enfermaria (Cirurgia Vascular do Hospital de Santo António-Porto), consegue povoar-me o pensamento por largos minutos, - quando não, horas.

São esses momentos passados, em que, com boa vontade, humildade e profissionalismo vós consagrastes, para que a minha existência fosse um facto e não uma quimera; pela minha maneira de ser, são inesquecíveis; é por isso que agora estou aqui mais uma vez, a dedilhar esta meia dúzia de palavras, não só como uma configuração de apreço, mas também como um sulco de infinita gratidão!

Estou esperançado de que estas simples, mas sentidas palavras, irão operar como um estímulo a continuardes o vosso trabalho elaborado com toda a dignidade e profissionalismo, como denodadamente o haveis realizado até hoje.

Por isso...

JAMAIS VOS ESQUECEREI!

Para todos, O MEU APERTADO ABRAÇO.

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 10 de Agosto de 2026

 

Nota:

Recuso-me a utilizar o AO90

                     

 

VELÓRIOS

  Dinheiro e tempo são as cargas mais pesados da vida. As pessoas mais infelizes são aquelas que têm tanto disso, que nem sabem o que fa...