quinta-feira, 7 de maio de 2026

DEIXEM-ME DESABAFAR

 

DEIXEM-ME DESABAFAR

Crónicas de um “Crónico”

(livro)

 

Não para promover quaisquer comercializações, - isso está fora de causa -, mas para fazer a minha escrita correr Mundo. Para que o colectivo social tenha conhecimento de que, de vez em quando, por baixo de um calhau, algo de proveitoso poderá estar oculto, – não sei se será o caso.

Este, “alfarrábio”, que há vinte nove anos mandei editorar, (mil exemplares), por certo não será muito conhecido, por se tratar não da obra um escrevinhador de alta roda, porém, de um simples fazedor de garatujas de meia tigela, à época, muito afastado da comunicação social.

Não obstante, esse “reles” folhoso se encontrar em eterna sonolência nos arquivos das principais bibliotecas de Portugal, para as quais foram dispensados, se não incorro em erro, catorze exemplares, segundo, as normas actuais; Depósito Legal (Decreto-Lei n.º 74/82).

Nas suas páginas, em “insignificantes”, mas explícitos trechos vocabulares, retrata várias situações da época, e vaticina de uma forma assertiva, a correria do civismo em direcção ao precipício para o seu afundamento, - uma realidade actualmente entronizada e pateticamente engrandecida em Portugal –, que muito tem colaborado para derrocada da urbanidade e do ensino neste país.  

Este livro pode ser encontrado nas principais bibliotecas do país; uma das quais, Biblioteca da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. - além de outras.

Devo referir que, este exemplar, também existe em gravação áudio, mandada executar pela Biblioteca Municipal do Porto, destinada aos cegos e amblíopes de Portugal, - que vêm mais com os olhos fechados do que muitos patetas com os olhos abertos -, e da qual me foi oferecida uma gravação completa, de cinco cassetes, que ainda hoje preservo com muito apreço.

A esta Biblioteca, os meus mais sinceros agradecimentos.

 

 

António Figueiredo e Silva

Coimbra, 7 de Maio, de 2026

 

Nota:

Por “burrice” e a “escoicinhar,

continuo a não usar o AO90.

 

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