O homem
que rouba a confiança do outro,
é o pior dos ladrões.
(textos Judaicos)
RATAZANAS INFILTRADAS NO PODER
Não é inovação. É certo que, através dos tempos, o Poder sempre foi contagiado por essa bicharada roedora, que não olha a meios para atingir os fins. Todos sabemos disso.
O problema reside em que a sua proliferação em Portugal, (só
vou referir-me a Portugal), tem vindo a aumentar na razão directa da “liberdade”
criada, - somente para os seus elementos -, que lhes tem permitido o pouso numa
alcândora aristocrática, circundada por um alvalade de intocabilidade.
Ulteriormente ao
celebérrimo 25 de Abril, tenho assistido a uma proliferação sem precedentes,
dessa animalada, que, por não haver um “raticida” que os refreie, ou
umas “ratoeiras” que os encarcerem, continuam, impávidos e serenos, a
roer as raízes do Símbolo da Liberdade, que, por falta de nutrição, têm
vindo a definhar e a perder a sua tonalidade.
Maldita rataria!
Apesar da toca
semicircular onde essa cambada se enfia, ser “um escudo de ferro” para a
protecção dos elementos que a compõem, só quero que essa rateirada se
lembre de que o “oxigénio” do descontentamento, pode enferrujar esse
sistema defensivo e conduzi-lo à mais completa exterminação.
Isto anda tudo à toa,
sem rei nem roque!
Porque a subserviência
não tem razão de existir, perante uma igualdade tão fortemente apregoada, não
tardará que muitos desse bando sofram consequências pela sua sofreguidão
numismática e pela sua falta de honestidade. Pode demorar tempo, mas certamente
que vai acontecer.
Porque isto, assim não
pode continuar.
Devido a esse bando,
essa cáfila, essa caterva de ratos, é que a pobreza tem vindo progredir neste
território, enquanto os seus grupos se divertem a atirarem-nos poeira para os
olhos, oriunda uma “democracia” imaginária, enquanto enchem o seu “bandulho
digestivo” com todos os benefícios materiais que podem sacar; sempre sob a
alçada de muralhas da impunidade por eles e para eles construídas.
Costuma o povo
transmitir a seguinte metáfora: “quem parte e reparte, e não fica com a
melhor parte, ou é burro ou não tem arte”.
Certo. Só que, na
situação que nas entrelinhas me quero referir, não se trata de repartir;
trata-se de governar um povo num verdadeiro estado democrático; com
consciência, zelo e limpidez, com estrita igualdade na aplicação das regras
decretadas.
É de lamentar! Mas estas
probidades estão cada vez mais corrompidas, e ninguém faz nada para, já não
digo acabar, mas reduzir essa cambada oportunista “roedora”, que a olhos
vistos, trinca e devora as raízes da LIBERDADE, apodrecendo-a.
António Figueiredo e
Silva
Coimbra, 1 de Maio de
2026
Nota:
Não utilizo as regras
do AO90.

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