sábado, 2 de março de 2019

UM PAÍS DESGOVERNADO РАЗВИВАЕМАЯ СТРАНА EIN ENTWICKELTES LAND A DEGOVERNED COUNTRY


O pior governo é o mais moral. Um governo
composto de cínicos é frequentemente o
mais tolerante e humano. Mas, quando os
fanáticos tomam o poder, não há limite
para a opressão!
(?)

UM PAÍS DESGOVERNADO
РАЗВИВАЕМАЯ СТРАНА
EIN ENTWICKELTES LAND
A DEGOVERNED COUNTRY

É mesmo, uma nação desgovernada!
Quando num país, a malignidade dos fortes se sobrepõe à integridade dos fracos, essa nacionalidade está integralmente arruinada. É mesmo essa agrura que existe actualmente na minha pátria por causa da protecção abusiva e inconveniente à fuga da responsabilidade; é esse o carcinoma principal que está a arruinar a nossa sociedade. Temos muita culpa no que tem vindo a acontecer, não porque o desejássemos, mas porque na nossa boa-fé, somos constantemente levados por chicos-espertos, mas não inteligentes, a acreditar na mentira e a desconfiar da verdadeira realidade.
Podem argumentar que não temos nada que escoicinhar, porque livremente fizemos a escolha dos verdugos que levaram a nossa estabilidade ao cadafalso; certo. O problema é que cada cidadão tem feito uma selecção segundo a sua consciência e ao fazê-lo, é porque acredita que está no caminho certo, carecendo por tanto de escusas, quando o sistema dá borrasca. Porém, as dificuldades não surgem somente dos carrascos, mas também daqueles que eles próprios escolheram para a sua equipa de governação, sobre os quais não fomos ouvidos nem achados, resultando que muitos desses marmanjos, titulados de “boys” – em vez de de bois – na sua maioria são a escumalha resultante de uma pseudo-aristocracia cá existente. Nunca fizeram patavina na vida, não possuem nada dentro da caixa craniana, são patologicamente vaidosos, não têm princípios éticos, são deploráveis na sua transmissão oralizada, mas arrogam-se a tartamudear umas “pilhérias” prévia e pessimamente rabiscadas num papel, contudo estão convencidos, pela autoridade que lhes foi outorgada, de que são gente graúda e desenvolvida, e não passam de escórias da nossa sociedade, “aproveitadas” sob insistente pressão imposta por influências subjacentes, sobejamente conhecidas de muitos de nós.
É certo que de um estado constituído com elementos desta calibragem, nada mais melhor se pode esperar a não ser a desarticulação da cinética governativa e com ela o anarquismo, que permite toda a espécie de vigarices sem conseguir fazer prova de quem são os culpados. Porém, se provas existirem, estas são manipuladas que tal forma que até os processos escapulem ou enveredam pelo corredor da incerteza, o caminho mais certo para a acção deliberativa, “in dubio pro reo”.
O mais lamentável, no meu entender, é nós, (povo), apesar da “ignorância” que nos norteia, termos a certeza de que, “quem cabritos vende e cabras não tem, de algum lado lhe vêm”.
Partindo desta premissa, estribada na experiência e asseverada pela ciência, cabe à investigação fazer a prova de quem é quem, e à justiça, com implacável imparcialidade – que devia ter – punir os batoteiros, grandes ou pequenos, que detêm a sua quota parte no desmembramento da acção governativa, e, naturalmente, na derrocada da economia de uma nação, decorrendo desta (derrocada), o seu desgoverno e a sua perda de apreço por todos os estados membros da comunidade a que pertence, por considerarem a sua população como manadas de lacaios estupidificados.
Não devemos permitir que o abuso do poder possa servir, com total desrespeito pelos cidadãos, para esconder faltas de licitude e proteger vigaristas envolvidos na corrupção, que causam a putrefacção da economia, pela qual todos seremos responsabilizados
Será que a minha dissertação está enfraquecida por conclusões erradas? Acredito quem sim; aos olhos daqueles a quem a venda anuviada da conveniência e do interesseirismo, tapa a visão.
E caros leitores, é deste modo que uma nação se transverte em… “um país desgovernado”, com todas as consequências nefastas que temos vindo a assistir.
Não adianta continuar com este paleio de meia-tigela, porque a realidade dos factos fala por si, sem tartamelear.

António Figueiredo e Silva
Coimbra,02/03/2019

Adv: ainda não concordo com
o novo Acordo Ortográfico.     
  


sexta-feira, 1 de março de 2019

A MULHER ЖЕНЩИНА THE WOMAN DIE FRAU די פרוי மகளிர் औरत


Uma mulher bonita, não é aquela de quem se
elogiam as pernas ou os braços, mas aquela
cuja inteira aparência é de tal beleza que não
deixa possibilidades para
admirar as partes isoladas.
(Séneca)

A MULHER
ЖЕНЩИНА
THE WOMAN
DIE FRAU
די פרוי
மகளிர்
औरत

Dispenso o Dia da Mulher para escrever sobre este ser tão cheio de virtudes, porque, mulher que é mulher, é-o todos os dias.
Não compreendo que este ser tenha vindo a ser tão ostracizado pelo machismo doentio - pelo menos eu, não consigo entender. A mulher foi a melhor prenda com que a Natureza brindou o homem. Foi ela que, com uma “trinca” numa simples “maçã”, abriu a mente do homem para o mundo que o rodeia, e lhe mostrou todas as venturas e desventuras que se lhe podiam deparar. Além de tudo isto, é o único meio de que o homem dispõe para chegar ao Mundo.
Na minha visão, o Mundo sem a Mulher, seria semelhante a um deserto repleto de camelos e não um jardim de alegria como, extasiados, podemos contemplar.
Só a virtude naturalmente concedida, de poder ser mãe, merece que seja venerada; e isso não tem vindo a suceder.
Quase em todas as culturas, excepto naquelas em que funciona a sociedade matriarcal – que são pouquíssimas - a mulher é relegada para segundo plano, espezinhada e liquidada se assim for entendido, onde lhe é extraído todo o valor que na realidade devia ter.
Ela é a mãe. É ela que concebe, que dá à luz e que amamenta; é o elo de ligação familiar que está sempre presente, nas horas boas e nas horas de grande aflição; o seu papel é muito diferente do papel do homem; este é mais desprendido, mais independente e mais burro. O único ser que pode garantir ao homem que ele é o pai dos seus filhos, é a mulher – que se lixe o ADN.
Em relação ao homem, ela é esposa, companheira, confidente e mãe; é o elo estabilizador da família e apaziguador de desavenças, colocando-a muitas vezes entre a espada e a parede, sacrifício que ela suporta com paciência e firmeza de carácter.
Vejo-a como um ser incansável e muitas vezes sujeita a duros sacrifícios, mas não perde o sentido do amor e da ternura.
Estou farto de ver a mulher ser menosprezada e selvaticamente molestada e por vezes abatida, sob as mais mórbidas e requintadas formas, para no fim, os seus carrascos cumprirem meia dúzia de anos, por vezes nem isso, à sombra do repouso, cujo descanso é remunerado por todos nós. Esse desrespeito que se tem manifestado com de “rios” de sangue, hematomas e ossos partidos, está seguramente comprovado pelo que fizeram alguns verdugos, que não foi mais do que proceder à eliminação completa do ser que mais sombra fazia às suas incapacidades físicas, pelo menos; se mais não for, aos seus complexos de inferioridade obsessivos, infectados por particular patologia.
Depois de toda esta argumentação, é manifesto e natural, possa aparecer alguém que, com todo o direito, possa questionar: então e quando acontece o reverso da medalha? Só poderei responder o que me vai na alma: é “a vingança do herói”.   
E queria terminar esta dissertação com uma frase de Victor Hugo:
O homem é uma águia que voa; a mulher um rouxinol que canta. Voar é dominar os espaços; cantar é conquistar a alma.
Devem respeitar-se mutuamente, para que o voo e o canto possam fundir-se e formar um mundo mais propenso à felicidade.
Só lamento que hoje, em pleno século XXI, ainda subsistam palermas, que recorram a termos Bíblicos, Corânicos, Hindus e outros, para deliberar veredictos com tendência ao aviltamento das qualidades da MULHER.
Seria bem melhor que as mães deles tivessem provocado o aborto; certamente teríamos uma sociedade mais limpa e talvez mais tolerante.  
*As minhas felicitações a todas as mulheres do mundo, porque elas representam a beleza grandiosa do universo, com a qual enchemos os olhos de prazer.

António Figueiredo e Silva
Coimbra, 24/02/2019

*A todas aquelas que realmente sabem assumir
o seu verdadeiro papel de MULHER.