sábado, 23 de setembro de 2017

JORGE PAIVA

JORGE PAIVA
(Eleições Autárquicas)

Decidido, dinâmico, persistente, calculista, educado e, muito para além disso, um obstinado protector de Fajões e das suas gentes.
Esta figura tem sido um elo forte na coesão da equipa autárquica que lidera e da qual os Fajoenses muito se podem orgulhar.
O seu dinamismo tem sido “diabólico” na luta pela elevação honrosa da terra onde nasceu, no que concerne às estruturas de bem-estar para a sua população.
Estou crente de que a ingratidão, deliberadamente nociva, veiculada através de piadas de maldizer ou mexericos sem fundamento, não venha toldar a cabeça do povo de Fajões e levá-lo a deitar por terra uma das figuras com mais proeminência e capacidade decisória credível da sua terra; os factos falam por si.
Não sou de Fajões, não obstante conhecer a terra, e bastante melhor a figura de Jorge Paiva, que considero um homem da actualidade que insere uma visão abrangente, onde a luta pelo seu território é uma constante na sua vida de Autarca.
Fez o que um belo dia me afirmou em amistoso diálogo, nas instalações da Autarquia. Foi daqueles que prometeu e cumpriu, realidade que muitos não fizeram, tanto nessa, como noutras terras congéneres.
Não mando, não decido, não rogo, mas opino, ainda que não mo solicitem.
Manter Jorge Paiva no lugar é manter Fajões no topo da evolução regional e fazer dessa vila um exemplo a seguir.   

António Figueiredo e Silva
Coimbra, 23/09/2017

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

AZEMÉIS É VIDA

AZEMÉIS É VIDA
(ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS)

Porque não padeço de qualquer “especiaria” decorrente do cromatismo político, tenho-me como isento de quaisquer interferências catequizadoras nesse sentido; por isso, vou derramar em integral liberdade de consciência, o que penso a cerca da candidatura de Ricardo Tavares (Jurista), à presidência da Edilidade Oliveirense, sobre a qual, ultimamente recaiu sob infernal burburinho alguma poeira, que ainda não assentou.
O mais perigoso da “tempestade” é a parte falaciosa que circula entre dentes, numa acção desestabilizadora, com vista diluir a boa-fé de uma figura, em abono do doentio egocentrismo de outra.
A vaidade tem várias formas de se mitigar, e uma delas é pelo benefício estatutário e monetário que eventualmente possa vir a ser colhido e não pelo amor ao concelho oliveirense, como alguns “a sério” querem fazer transparecer.
É evidente que não é mentira a existência de certa mácula nalguns elementos vigentes, que vieram, como se costuma dizer, borrar a escrita, de um trabalho que se supunha estar a ser bem feito e com o máximo de transparência; ao que parece, subsistem dúvidas a respeito dessa gerência. Pelo menos, é o que tem vindo ao lume brando mas massificador, da comunicação social.
É evidente, que essa entrelaçada teia, não tem nada a ver com Ricardo Tavares, que presentemente se expõe como um dos candidatos ao podium da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Pelo que dele conheço, e pela avaliação das mais diversificadas pessoas de todos os estratos sociais, cuja credibilidade não ponho em causa, ELE É UM HOMEM DO POVO; É A PEÇA COM MAIS CREDIDILIDADE E CAPACIDADE PARA O LUGAR DA PRESIDÊNCIA EDILIDADE EM CAUSA.
Como humano que é, não me atrevo a excluir-lhe defeitos, porém, eticamente penso que tem o perfil que melhor se encaixa para o efeito pretendido e cujo anseio está interiorizado no âmago de uma enorme fatia de oliveirenses, que se me aparenta ser a grande maioria.
É uma pessoa bastante atenciosa e simples para quem pessoalmente procura o seu contacto; a vaidade para ele não existe e não é papagaio nem pavão; é contudo, um sujeito de personalidade sóbria, simples, compreensiva, despretensiosa, e acima de tudo, um bom ouvinte, nunca se escusando a despender a sua atenção e amizade e distender sua mão a gregos e a troianos, sem olhar à côr do colarinho, às mãos calejadas ou às chancas do interlocutor.
Bafejado por uma fina delicadeza e uma modéstia naturais que não têm limites, as pessoas – e eu - vêm nele um indivíduo catalisador da harmonia das gentes do nosso concelho, cuja Autarquia ele se propõe a gerir com a imparcialidade e limpidez em que eu acredito.
É a pessoa certa que não se deve perder, para ocupar a posição em causa. Ele não finge; é ele próprio.
Na sua sensibilidade pessoal e na sua óptica popular, ele acredita que realmente “AZEMÉIS É VIDA”, e sente-se com capacidade para fazer pulsar esse alento nas “artérias” que irrigam as gentes do concelho Oliveirense.
Azeméis é (será) vida, com:
RICARDO TAVARES
(Defensor Jurídico)
 
  
António Figueiredo e Silva
Oliveira de Azeméis, 21/09/2017

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